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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Livro do mês de Janeiro


Escola Básica Aviador Brito Paes


"Chocolate"

JOANNE HARRIS

Professor Rui Teresa

Dia dezoito de janeiro de dois mil e doze

Daniela Botelho
Nº5
9ºB

Autor:
Escritora franco-inglesa, Joanne Michèle Sylvie Harris nasceu a 3 de Julho de 1964, em Yorkshire. Filha de pai inglês e mãe francesa, ambos professores, cresceu sentindo-se deslocada por força do seu bilinguismo. Refugiou-se portanto na leitura, que povoou a sua fantasia de amigos imaginários, sobretudo nos primeiros dez anos da sua vida.
Passou grande parte da sua adolescência a escrever, imitando os seus autores favoritos, à procura do seu próprio estilo. Ao terminar o ensino secundário, diplomou-se em Línguas e Literaturas Medievais e Modernas, Variante de Estudos Franceses e Alemães. Neste período envolveu-se em algumas actividades extra-curriculares, como a prática do Ju-Jitsu e a música, chegando a actuar em vários bares de Cambridge com o seu baixo.
 Em 1989 publicou o seu primeiro romance, The Evil Seed.

Resumo:
Mãe e filha chegam a uma pequena localidade,depois de andarem de terra em terra decidem ficar.
A mãe começa por tomar conta de um estabelecimento que tinha sido á muito tempo atrás uma padaria. Depois de limparem e concertarem o local,  abrem uma chocolataria, onde se vende desde chocolate quente a chocolates de toda a espécie e feitios para todos os gostos.
A terra é muita conservadora e a abertura da nova loja em época de quaresma (Páscoa) não é bem aceite pela população, mas muito em parte pela desaprovação do padre local ,que infuência negativamente a população.No primeiro dia não têm um único cliente, no segundo a primeira cliente é uma senhora já de uma certa idade que parece à primeira impressão bastante seca mas que depois se vem a revelar uma boa amiga,depois entra uma mulher nova com aspecto de sofrida que entra parecendo um animal assustado e rouba um chocolate a dona apercebe-se mas nada diz e oferece-lhe outro , dizendo-lhe que é gratuito, mais tarde com o decorrer das visitas vem-se a aperceber que é maltratada pelo marido, o dono do único café da terra, um dia virá pedir-lhe ajuda...
Entretanto o padre apercebe-se que nem ela nem a filha que tinha seis anos e se chamava Anouk  frequentam a igreja, o que dificulta a integração da miúda na escola, que sente os outros meninos(as) afastados, mas a mãe convence-a a aguentar  e a dar a volta por cima, se realmente deseja ficar.
Aos poucos os clientes vão aumentando, entra o neto da senhora idosa que é proibìdo pela mãe de a visitar ,mas ela os ajudará a se reencontrarem.
A vida delas aos poucos vai-se moldando á terra sem grandes sobressaltos.
Um dia chega um barco com gente vinda de longe, mas não são bem aceites pela população que não gosta de forasteiros,mais uma vez é ela que os convida para um chocolate quente em sua loja.
Depois de visitarem o barco onde se canta e dança, resolvem que a festa de aniversário da sra idosa que conta com a presença do neto se fará no barco,nessa noite ao dançar com um dos forasteiros ,ela se apaixona...
Por má fé alguém íncendeia o barco,depois de reconstruido eles partem de novo mas ele promete que voltará...Ela já está grávida.
Uma noite depois de estarem a dormir o padre não resite á curiosidade,(ela tem as montras tapadas com papel ,pois prepara uma festa de chocolate para as gentes da terra) e entra escondido no estabelecimento, fica abismado com os chocolates em forma de anjos, com diversos nomes e formas quanto a ele imorais  começa a provar de todos e vai destruindo o que pode.....revelará depois a verdadeira personalidade.


Opinião:

Este livro conta uma grande história de vida e ensina-nos a nunca desistir-mos das coisas que realmente queremos e a nunca nos rebaixar-mos perante outros que por vezes nem nos conhecem e falam de nós. Gostei muito deste livro e é um livro que eu aconselho a qualquer um para ler.






sábado, 10 de dezembro de 2011

Livro do Mês de Dezembro

Escola Básica Aviador Brito Paes


“Dia Do Mar”

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDERSEN

Professor Rui Teresa

Dia dez de Dezembro de dois mil e onze

Daniela Botelho
Nº 5
9ºB
Autor:
Sophia de Mello Breyner Andersen, nasceu a 6 de Novembro de 1919 no Porto e morreu a 2 de Julho de 2004. A autora foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher a receber o galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.   Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal, apoiando o movimento monárquico e denunciando o regime salazarista e os seus seguidores. Casou-se, em 1946, com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos: uma professora universitária de Letras, um jornalista e escritor de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramista e mais uma filha que é terapeuta ocupacional e herdou o nome da mãe. Os filhos motivaram-na a escrever contos infantis. Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu livro Livro sexto.
Resumo:
O livro fala principalmente no mar. Fala no barulho do mar, nas folhagens da Natureza. Tudo isto se inclui na espera que existia há muito tempo de alguém, as de repente, esgota a paciência e quer esquecer e embarcar pelo mar adentro. No fim da viagem, quando chega ao lugar de onde regressou conta os países que passou e tudo o que viu.

Opinião:
Eu gostei muito deste livro, é um livro que fala de muita coisa, mas principalmente é um livro que fala de uma saudade que um dia a pessoa em questão se fartou de esperar.
Um põem que eu gostei muito foi:
“Reconheci-te logo destruída
Sem te poder olhar porque tu eras
O próprio coração da minha vida
E eu esperei-te em todas as esperas.”

sábado, 22 de outubro de 2011

A sorte do cão, que não é sorte, não é nada (Página 226)

Ó cão que ladras sem parar
Como se fosse a última vez
Pensas que também sabes miar
Mas essa sorte, é do gato maltez

Os trovões não param de cair
E tu de ladrar
Pensas que a sorte é tua
Mas tua não há de ficar

domingo, 16 de outubro de 2011

Página 225 do manual : rimas

Rima emparelhada: Não posso amar/ nem imaginar
Rima interpolada: A realidade/ não é o que vejo.../ Mas o que imagino/ para ser verdade.
Imagem in
rima

Página 225 manual: o que é a realidade

A realidade para este sujeito poético não é o que ele vê, mas o que imagina para ser verdade.
O que eu entendo disto é que o sujeito poético gostava que a realidade fosse o que ele imaginava e queria.







Imagem in realidade                                                                

domingo, 9 de outubro de 2011

Publicação do livro do mês de Outubro

Escola Básica Aviador Brito Paes

Triângulo Jota “O olhar do Dragão”
Álvaro Magalhães (texto)
Miguel Esteves (capa)


Professor Rui Teresa

Dia oito de Outubro de dois mil e onze


                                                                                              Daniela Botelho
                                                                                                                  Nº 5
                                                                                                                   9ºB
Autor:
O autor do livro Álvaro Magalhães, nasceu no Porto, em 1951 (60 anos).
As suas obras para crianças e jovens integra poesia, conto, ficção e textos dramáticos, repartindo-se por cerca de quarenta títulos. As suas obras caracterizam-se sobretudo pela originalidade e invenção, quer na escolha do tema quer no seu tratamento.
Foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e Ministério da Cultura. Parte da sua obra está traduzida nas línguas espanhola e francesa.
Algumas obras:
®    “O menino chamado Menino”
®    “Enquanto a cidade dorme”
®    “Vampiros ou nem por isso”
®    “O futebol ou a vida”


Resumo:

O triângulo é constituído pelos irmãos Jorge e Joana e pelo colega de escola, Joel (cujos nomes, como se vê, se iniciam com a letra J.).
Os três jovens têm todos, personalidades muito diferentes: o Joel, é intelectual e o melhor aluno da turma; Jorge, é um rapaz independente e corajoso, bastante seguro de si; Joana, é muito inteligente.
A história passasse num circo chinês, onde existe uma trapezista de treze anos, a Jade, que é filha do proprietário do circo. A família de Jade é amiga da família de Joel.
Esta mesma história baseia-se no desaparecimento de duas pérolas de incomparável valor (os olhos do Dragão), no cofre do circo e do rapto de Jade em que estão envolvidos o trio criminoso dos “Lotos Negros” e o hipnotizador do circo. O Jorge apaixona-se por Jade, o que ainda lhe dá mais força para desvendar o seu rapto. Tudo isto se resolve pelo Triângulo Jota, em colaboração com o Inspetor Cavadinhas, um homem muito eficiente mas também vaidoso.


Opinião:
 Eu pessoalmente achei este livro muito engraçado e interessante. É um bom livro para jovens, porque relata um pouco de tudo, desde as aventuras aos romances.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Emprego das reticências

Num certo dia duas raparigas encontram-se na rua e começam a conversar:
-Olá,tudo bem?
- Olá, sim está tudo bem e contigo?
-Também... Então o que tens feito da vida?
- Olha nem e digas nada...
- Então o que é que se passou amiga?
- São as dívidas do carro... Estive dois meses sem trabalhar...E agora as contas acumularam...
- Isso está mesmo mau...
- Bem o dizes... Tirando isso está tudo bem. E tu o que tens feito da vida?
- Olha tem sido sempre igual...Casa, trabalho, trabalho, casa... Sempre a mesma coisa. 

quarta-feira, 2 de março de 2011

L.P: A solidão dos idosos

A nossa vida é como uma planta, nascemos, crescemos e morremos. Quando somos bebés somos os mais queridos e mais acariciados do mundo. Quando crescemos, aprendemos a viver e continuamos a ser os mais queridos e acariciados. Quando passamos a adultos, passamos a ter a nossa vida, os nossos filhos, o nosso emprego entre outras coisas. Os nossos filhos crescem, passam a ter a vida deles, as coisas deles, a casa deles, enfim deixam de nos ligar.
Nós enquanto jovens temos também de nos lembrar das pessoas mais velhas, porque nós um dia também o seremos e quando chegarmos a essa altura, só queremos que se lembrem de nós, mas não nos lembramos que não fizemos nada disso enquanto éramos jovens.                                                                                                                                                                                                           
Imagem in a_idade_do_saber

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

L.P. Trabalho de grupo - Word

Escola Básica Aviador Brito Paes, colos




 A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho





Professor :
Rui Teresa


Sexta-feira, dia dezoito de Fevereiro de dois mil e onze 

Trabalho realizado por:
·        Daniela Filipa Julião Botelho, nº5;
·        David Manuel Guerreiro Silva, nº6;
·        Patrícia Isabel Neves Dias, nº11;
·        8ºB


Personagens:
®     Clio, musa da história, tapeceira, era uma rapariga loura. 
®    Ali-ben-Yussuf, lugar-tenente de Muftar, homem piedoso e temente a Deus.
®    Aurélio Soares, capitão
®    Ibn-Arrik, o cão tomador de Lixbuna (Lisboa)
®    Tropa de Ibn-el-Muftar, composta de berberes, azenegues e árabes, em número para cima de dez mil                                                                                                                                                                                                                                                                                

Espaço:
A história passa-se na Avenida Gago Coutinho, situada em Lisboa.

Tempo:
A história encontra-se nas datas de quatro de Junho de mil cento e quarenta e oito (04/06/1148) e vinte e nove de Setembro de mil novecentos e oitenta e quatro (29/09/1984).

Acção:
Como todos os deuses, a deusa Clio precisava também de dormir. Ela deixou-se dormir e enleou as datas 04/06/1148 e a data de 29/09/1984. Os muçulmanos quando chegaram à Avenida Gago Coutinho, perguntaram-se que "coisas estranhas" seriam aquelas. Seria feitiçaria cristã?
Eles vinham com o propósito de pôr cerco às muralhas de Lixbuna (que agora é Lisboa). A polícia pensou que era outra vez a malta a desafiá-la. Quando a polícia de intervenção chegou, os muçulmanos, pensaram que era finalmente a tropa avançada de Lixbuna (Lisboa). Então, Ibn-el-Muftar, mandou os guerreiros atacar a tropa. A polícia, que não estava preparada para um ataque de guerreiros muçulmanos, perdeu o controlo e ficou quebrada a formação. Clio acordou mesmo na altura em que o chefe da polícia estava a falar com Ibn-el-Muftar.
Clio resolvera o problema, mas apanhara um castigo!